sábado, 12 de novembro de 2016

A Esperança dos Brasileiros: um governo do povo, para o povo e pelo povo.


Caros amigos, no Brasil de hoje, não existe guerra semelhante aquela que terminou em 1945, mas com certeza existe guerra sim. Na verdade, as batalhas travadas são inúmeras e os conflitantes alcançam número acima dos duzentos milhões. Obs.: parte desses duzentos milhões se encontra doutrinada, ao ponto de o sofrimento se tornar algo bom.

Os brasileiros teriam três importantes tipos de armas para as suas defesas. São elas: o voto, o exercício de cidadania e a representatividade nos parlamentos. Percebem que essas armas não conseguem alcançar sucesso? Óbvio, pois em face de uma retórica advinda ou copiada de Goebbels, a mentira tem aparência de verdade. Percebem por que a hipótese do voto fracassa? Ato contínuo, notadamente, fracassa a representatividade, vez que discípulos de Goebbels foram fiéis à Teoria e Prática.

Ah, esquecia-me do exercício de cidadania, esse também fracassa por mais que seja exercido. Por exemplo, experimente conversar pessoalmente com aquele candidato que você votou; envie a ele uma solicitação para alguma demanda que traga benefício a você e parte da população; ou aproveite o Facebook envie a ele uma sugestão de melhoria de uma política pública. Sabem o que acontece, na maioria das tentativas, você se sentirá frustrado, vez que às pessoas simples só merecem atenção nas campanhas eleitorais. 

Ao mesmo tempo, nós observamos que quanto pior as crises, mais os bancos se dão bem. Obs.: nada contra os lucros dos bancos, mas quando esses de modo cruel exploram o sofrimento do povo trabalhador, nasce uma revolta incomensurável. A contrariedade, talvez nem seja totalmente com relação aos bancos, mas sim contra os governos que nos representam em concordar com o comportamento. Por que tanta docilidade ou amabilidade com os bancos e seus lucros extremamente altos.

Ora, aquelas pessoas que, mormente, saldam suas dívidas não tem culpa por causa da inadimplência dos outros, ou têm? Têm, vez que os juros dos cartões de crédito são calculados com base aos maus pagadores. Desta forma, os bons pagam pelos maus com a concordância das autoridades.

Outro exemplo, nalguns municípios, prefeitos subsidiam o transporte coletivo para não aumentarem o valor da passagem. No contexto, parte da população fica contente sem se dar conta que a outra parte está pagando a diferença. Quem é que se dá bem com o subsidio? Os empresários do setor de transporte e os prefeitos.

E mais, atualmente, testemunhamos polêmica com relação ao preço do etanol, esse produto nacional não consegue ter preço convidativo aos proprietários de carros flex. Justificativas: a abundância ou ausência de chuvas prejudicou a manutenção das lavouras, bem como a produção.

Com relação ao Estado de São Paulo, o etanol produzido no interior tem de ser transportado para as distribuidoras; mais ou menos assim: o etanol produzido nos municípios de Olímpia, Orindiuva, Palestina, Guapiaçu e Catanduva deve ser transportado para a cidade de Paulínia e só depois retorna para os postos de combustíveis desses municípios produtores.

Caramba, por que o governo não autoriza as usinas a comercializarem o etanol diretamente com os postos? Resposta: por causa do controle fiscal. Ora, se levar em conta os impostos embutidos no litro do etanol, não haveria dificuldades e nem prejuízos em manterem equipes de fiscalização junto as próprias usinas. Na impossibilidade, as equipes poderiam patrulhar de modo itinerante.

Por que enfatizo sobre o etanol? Simples, o prejuízo ambiental nas regiões produtoras desse combustível é imenso, basta observar até o limiar do horizonte, você não avistará nenhuma Reserva Legal e nem mesmo árvores isoladas. E pior, a demanda pela água, nos faz pensar que o mineral deixou de ser um bem comum. Sim, e prova disso está nas está nos gráficos, esses expõem o quanto se gasta de água para se produzir o caríssimo combustível automotivo etanol.

Amigos, nós poderíamos incluir muitos outros exemplos, no entanto, interrompo por aqui, pois a intenção foi demonstrar que os governos jamais será do povo, para o povo e pelo povo. Forte abraço.

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