segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Para o MPF a Samarco sabia dos riscos de rompimento de barragem desde 2013

Em audiência na Câmara dos Deputados, MPF discutiu ações para mitigar danos da tragédia em Minas Gerais
A subprocuradora-geral da República Sandra Cureau afirmou que a mineradora Samarco sabia dos riscos a que os moradores e moradoras do distrito de Bento Rodrigues estavam expostos/as, pelo menos desde 2013. Por essa razão, deve responder por todos os danos causados pelo rompimento da Barragem de Fundão, em Minas Gerais. A subprocuradora fez a afirmação ao representar o Ministério Público Federal (MPF) em audiência pública na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, 18 de novembro, que discutiu as ações de reparação ao meio ambiente e às vítimas da tragédia em Minas. Continuem lendo
Comentário: Eu pensava a respeito das dificuldades enfrentadas pelas empresas mineradoras, quanto a demanda da produção de minério e dos seus resíduos. Ora, o minério segue o destino de quem o comprou, e os resíduos seguem para as barragens de contenção. Se uma barragem está no limite, os mineradores deverão encontrar outro espaço para construírem outra barragem. Mas, e se já construíram várias e essas também se encontram no limite, o quê fazer? Ou seja, como continuar a produção de minério se faltam espaços para depositar os resíduos? Será que a produção será interrompida?

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