sexta-feira, 2 de maio de 2014

Contrário ao Comunismo

Ao completar 50 anos da relevante iniciativa do exército brasileiro em assumir o governo do Brasil resta agradecer pelo impedimento da ascensão da ditadura cubana.
Nesse contexto, a que se admitir que foi um período de conflitos, onde muitos dos conflitantes morreram. Infelizmente, por conta da ansiedade de alguns líderes que idolatravam Fidel Castro, aliás idolatram até hoje.
Quanto as ações que antecederam a assunção do poder pelos militares é notório, ou seja, o Brasil atravessava período de predomínio da corrupção, desmoronamento da moralidade e da estrutura institucional. Resumindo: alguém tinha que tomar providências e isso nos conduz para a realidade atual.
Hoje percebe-se que a evolução do povo, quanto a política brasileira possibilitou reconhecer que a causa não foi apenas dos militares, mas também dos civis. Esses civis, na verdade foram aqueles que reivindicaram ao exército, a tomada de providências. Destarte, no ano de 1964, os militares não agiram por conta própria, mas sim atendendo ao povo que repugnava a influência cubana.
Quanto a elite conservadora relevante alertar, na época possibilitava o progresso do Brasil, o tempo passou e aquela mesma elite conservadora e capitalista continua promovendo o progresso. Esse mesmo progresso é que sustenta o status do Brasil, num panorama internacional. Explico: a elite conservadora é aquela que faz avançar cada vez mais a performance da fantástica agricultura, pecuária e indústria em geral.
Obs. na época, os grandes jornais deram total apoio para que os militares assumissem o poder; hoje, alguns admitem que erraram e isso gera enorme ponto de interrogação e compreensível, talvez não seja interessante bater de frente com a atual conjuntura política.
A igreja católica, assim como a maçonaria continuam importantes, pois ensinam seus seguidores a trilharem o caminho do bem; a meu ver em sã consciência não deveria contrariar ninguém, afinal, imprescindível para a família brasileira.
O senhor Roberto Marinho se vivo estivesse, certamente, concordaria que a corrupção que avassala a sociedade brasileira precisaria ser contida, pois envergonha as pessoa do bem.
Quanto ao Jornal Nacional imaginemos se adotasse o mesmo comportamento de 1989, e decidisse apontar o “bom e o mau”, certamente, não surpreenderia ninguém.
O caso de Pasadena ainda vai render muitos frutos, alguns doces, outros amargos por demais da conta. A verdade aflorará como a uma nascente, onde as APPs foram preservadas. Justificar a compra de Pasadena conforme conjuntura da época corresponde a sair pela tangente, uma vez que não dá para dizer: “ah, eu não sabia de nada, não ouvi nada, não falei e não autorizei nada”. Por fim, alguns dos leitores entenderão tudo, enquanto outros dirão que não entenderam nada. 
O exposto acima se contrapõe ao exposto abaixo:

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