domingo, 8 de dezembro de 2013

China quer transformar a Lua em uma base de mísseis até 2050

OSMAIRO VALVERDE
Pode soar como um cenário de filme de ficção científica, mas a China quer usar a Lua para fins bélicos. Os especialistas do Centro de Exploração Lunar da China afirmaram a um jornal chinês que a Lua poderia ser usada como uma base militar para disparar mísseis contra a Terra.

Os supostos planos são comparados com a criação da Estrela da Morte nos filmes de Star Wars – uma estação espacial de ficção capaz de destruir planetas com seu laser gigante, além de abrigar um enorme exército liderado por Darth Vader.

As informações foram divulgadas pelo Beijing Times,informando que as discussões estão em curso na China, tentando verificar a possibilidade do Exército Popular de Libertação estabelecer uma base de mísseis em nosso satélite natural.

Um especialista disse ao jornal que a Lua poderia ser transformada em uma espécie de arma gigante, onde os mísseis ficariam voltados diretamente para nossoplaneta.

A China está dando seus primeiros passos para dominar o conhecimento espacial lançando seu primeiro foguete na semana passada. Além disso, querem enviar seu primeiro astronauta à Lua até 2030.

A nação é a terceira da história a lançar uma sonda lunar não tripulada. A missão ambiciosa faz parte de um plano da China em construir uma base lunar permanente para futuras missões a Marte, dentro de 15 anos.

O presidente Xi Jinping disse que a China quer se tornar uma superpotência espacial, mostrando sua enorme capacidade tecnológica.

Os planos são audaciosos, mas nenhuma nação se manifestou sobre isso. Certamente haverá grandes embates internacionais sobre a instalação de uma base militar com mísseis apontados para a própria Terra. A discussão está apenas começando.
Fonte: Jornal Ciência

Um comentário:

Jorge G Hipólito disse...

Aqueles que lideram e conduzem politicamente os povos poderiam fazer acordo da não proliferação das armas. Ora, se deixassem de construir mísseis e outras armas nucleares, simplesmente, não desperdiçariam recursos públicos para propiciar a morte. Aliás, os aproveitariam para beneficiar a vida.