sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Abaixo-assinado mobiliza internautas pela causa dos índios Guaranis Kaiowás

Um abaixo-assinado divulgado na internet tem sensibilizado internautas a favor dos índios Guaranis Kaiowás, do Mato Grosso do Sul. Até o começo da tarde da quarta-feira (24), mais de 140 mil pessoas haviam assinado o documento, que alerta o “sério risco de  genocídio” da etnia e exige ação urgente do governo Dilma e do governador André Puccinelli “para que impeçam as matanças e junto com elas a extinção desse povo”. Continue lendo
Matéria de Davi de Castro, da EBC, publicada pelo EcoDebate, 25/10/2012

Comentário.
Segundo a história, a humanidade evolui na busca por melhor qualidade de vida. Eu concordo que essa evolução está exposta em alguns aspectos, ou seja, não há dúvidas. Mas olhando para as notícias diárias percebe-se que há controvérsias. Justifico: quando portugueses ou espanhóis chegaram aqui no Brasil encontraram índios, esses, de boa índole, uma vez que qualquer espelho os conquistavam, ou seja, um povo manso. 
Ao mesmo tempo, os recém-chegados, perceberam tratar-se de um país rico e deu-se início à transferências das riquezas. O tempo passou e as riquezas continuam sendo transferidas, uma vez que os produtores buscam atender os contratos em face dos commodities. A cana-de-açúcar, soja, seringais e pecuária ocupam espaços enormes e, consequentemente, suprimem reservas florestais, bem como extinguem a possibilidade das famílias se manterem no campo. As famílias (trabalhadores rurais) se transferem para as cidades, onde subsistem a margem do direito e da dignidade. Mas e quanto aos índios, eles conseguiriam subsistir nas cidades? Não, eles são parte integrante da natureza, assim como todos nós fomos no princípio. Os prejuízos causados pela ânsia da riqueza, onde o céu é o limite extinguirá a vida, assim de forma gradual. Na ordem teríamos a extinção das coberturas florestais, animais, índios, água, alimentos e mais adiante da própria espécie humana. Por enquanto, simples mortais podem se manifestar, mas presumo que os donos do mundo, talvez estejam pensando em também suprimir esse direito. Infelizmente.


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