terça-feira, 21 de agosto de 2012

Patrulhamento aéreo


foto/arquivo: JGH- esquerda para direita: Soldado Hipólito,
Ten Roberto, Cap René e Cap Savioli.

A relevância do patrulhamento aéreo é imensurável. Num dos primeiros patrulhamentos na área de São José do Rio Preto ou Quarto Bpambiental Pmesp início dos anos 90 - num único dia constatamos 18 infrações ambientais. A fiscalização por terra começou no dia seguinte, e terminou 30 dias depois. Mais adiante em 1996 ou 1997, constatamos outro tipo de criatividade por parte daqueles que queriam ludibriar a fiscalização. Qual? A terra era preparada, arada, para o plantio da cana, no entanto, as árvores permaneciam de pé. Assim para quem passasse por terra estava tudo bem. Felizmente, num patrulhamento com um dos Águias descobrimos que ao lado de cada árvore havia uma vala. As valas seriam transformadas em sepulturas das árvores a serem abatidas. Não tenho como dizer quantas árvores, assim morreram, mas foram milhares.

Outro costume dos inconscientes é retirar árvores do centro das reservas florestais, pois no dia-a-dia, a fiscalização terrestre faz apenas o entorno; o Águia possibilitou descobrir inúmeras clareiras. Nesses casos, os “infratores” sempre alegavam não terem visto nada, não sabiam de nada ou estamos sabendo agora”. Hoje, de forma sorrateira preferem que as árvores morram por envenenamento.

As pessoas que infringem a legislação ambiental não tem culpa pela inconsciência, vez que a EDUCAÇÃO recebida não foi eficaz, a ponto de conduzi-las para um estágio consciente de desenvolvimento. Na imagem da esquerda para a direita e conforme a graduação da época temos: Soldado PM
Jorge Geronimo Hipolito, (patrulheiro) 1º Ten PM Roberto C Alves, (piloto) Cap PM Celso René Vieira (comandante 1ª CIA PAmb) e Cap PM Luiz Humberto Savioli (piloto Cmt.)

Obs.: hoje estão aposentados, mas não tenho dúvidas, assim como eu, todos torcem para o êxito da corporação. O êxito da corporação reflete benefícios para toda sociedade paulista.

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