sexta-feira, 23 de março de 2012

Vídeo do Dia: Caranguejo amputa sua própria garra após briga feroz com pássaros


QUI, 22 DE MARÇO DE 2012 16:40
OSMAIRO VALVERDE DA REDAÇÃO DE BRASÍLIA
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Diversas surpresas e comportamentos estranhos podem ser encontrados no mundo animal. Filmado na remota ilha de Clipperton no oceano Pacífico, o caranguejo sofre um grande ataque de pássaros. Aparentemente, as aves conseguiram ferir um de suas garras. Em uma atitude “incomum”, ao perceber que sua garra estava ferida e não era mais útil, o caranguejo a amputa para fugir com mais facilidade. Felizmente, as garras dos caranguejos se regeneram. Existem mais de 850 espécies de caranguejos que vivem nos oceanos, alguns com poucos milímetros de comprimento e espécies como o caranguejo aranha japonês pode alcançar vários metros. Confira o vídeo abaixo:
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Fonte: DailyMail Foto: Reprodução/theirishmother e
Comentário:
Muitas pessoas pensam que reina a paz na natureza, na verdade, os animais nos surpreendem com atitudes tomadas apenas por instinto. Certa vez, eu e mais dois colegas trabalhávamos no salvamento de animais, no lago que se formava por causa da hidrelétrica Nova Avanhandava. Os animais precisavam ser retirados para não morrerem afogados. Num dado momento encontramos um símio (bugio) transportando o filhote no seu dorso. Eles estavam acomodados na copa de uma árvore e como não obedecem ordens humanas, notadamente, teriam de ser derrubados sobre as águas. Nos esforçamos nesse sentido, mas ficava cada vez mais difícil, haja vista que o bugio (pai ou mãe), se encontrava irritadíssimo. Pois bem, quando ele percebeu que seria derrubado, simplesmente mordeu no pescoço do filhote degolando-o e em seguida  jogando-o bem ali na nossa frente. Logo após, o apreendemos, mas tivemos muito trabalho para colocá-lo dentro da gaiola. A morte do filhote nos entristeceu, assim como a morte das águas, pois de lóticas passaram a lênticas. A mudança no comportamento das águas provoca a morte da fauna ictiológica, ou seja, espécies que vivem nas águas rápidas não promovem piracema nas águas lentas.

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