quinta-feira, 24 de novembro de 2011

CARTA ABERTA AO GOVERNO LULA - 26/03/2007 23:58

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assunto: CARTA ABERTA AO GOVERNO LULA
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Em 26 de março de 2007, tomamos conhecimento de que mediante o Decreto 6.066/07, o Excelentíssimo Senhor Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, determinou a ampliação da lista de medicamentos que terão a isenção do PIS/COFINS. Entretanto, a isenção de impostos é válida para os medicamentos de uso contínuo e tarjados (tarja vermelha ou preta). Considerando que saúde é prioridade, gostaríamos de sugerir ao Presidente do Brasil para que estendesse essa isenção também aos filtros solares.
Justificativa:
O Brasil é um país tropical com extenso e maravilhoso litoral e, diga-se de passagem, apreciado pela maioria dos brasileiros. Todavia, essa mesma maioria não tem convênio médico (plano de saúde), ao mesmo tempo também não dispõe de recursos financeiros para a aquisição dos filtros solares. Assim, temos que essa maioria está propensa a adquirir câncer de pele. Consequentemente, o único caminho a seguir será o do SUS, ou seja, único recurso disponível a maioria pobre. Por conseguinte, inevitavelmente, o governo terá que disponibilizar recursos de grande monta para atender a demanda a esse tipo enfermidade. Portanto, Excelentíssimo Senhor Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, considerando a magnitude do ato de isenção, por favor, atenda a sugestão, uma vez que “prevenir é o melhor remédio”.
Amigos e amigas, se vocês concordam com a sugestão, por favor, participem desse exercício de cidadania ajudando na divulgação dessa carta.
Obs.: articulação proposta inicialmente, por Jorge Gerônimo Hipólito – ambientalista que acredita que o Brasil vai dar certo.
Quatro anos depois: de 26/03/2007 a 24/11/2011.
A manifestação acima foi a única ferramenta a disposição no sentido de alertar o governo sobre o problema. O presidente leu ou não a carta? Não sabemos, mas na hipótese de ter lido, teria ou não tomado alguma providência? Enquanto isso o câncer avança e sabe-se que os hospitais públicos enfrentam dificuldades para atender a demanda. Mas o pior é que não existe uma campanha educativa a nível nacional e que fosse capaz de conscientizar a população sobre a prevenção.

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