terça-feira, 22 de novembro de 2011

Assista on line ao documentário que denuncia o processo de genocídio contra o povo indígena Guarani Kaiowá

Foi lançado nesta terça-feira (21) uma versão HD para internet do documentário que denuncia o processo de genocídio dos Guarani Kaiowá. “À Sombra de um Delírio Verde” mostra a triste situação do povo indígena com a maior população no Brasil que trava, quase silenciosamente, uma luta desigual pela reconquista de seu território contra as transnacionais do agronegócio. Trata-se de uma produção independente (assinada por produtores da Argentina, Bélgica e Brasil) que procura expor em 29 minutos as sistemáticas violências vividas por este povo. EcoDebate, 22/11/2011

Nossa opinião.
Quando o Brasil foi descoberto pelos portugueses, os índios não foram anfitriões, haja vista não terem enviado convite algum, assim fica claro que não havia convidados. Os índios tiveram sua casa invadida. Na época, as riquezas minerais afloravam na superfície e as vegetais, especialmente arbóreas sombreavam um território muito e tão intenso, que até hoje ainda existem partes não conhecidas. Dessas, algumas estão próximas aos locais para onde, os índios foram acantoados. O acantoamento é cruel, mas tão cruel que já não basta, ou seja, parece que a alternativa está em dizimar os verdadeiros brasileiros. Na minha opinião, eles não são aculturados, pois tem cultura própria e se dependesse deles continuariam vivendo exatamente como há quinhentos anos. O dever de protegê-los cabe a quem? Bem, em princípio a Constituição Federal e aos poderes constituídos. Nesse sentido restaria indagar a Presidente do Brasil Dilma Rousseff, ao Presidente do Congresso Nacional José Sarney e ao Presidente do Supremo Tribunal Federal Antonio Cezar Peluso, se existe a possibilidade de propiciar harmonia aos índios brasileiros? Posto isto, em face do Art. 5º, Art. 20 XI § 2.º, Art. 22 XIV, Art. 49 XVI, Art. 109 XI e Art. 129 V. A ausência de solução para o conflito de interesses com relação as terras e os indígenas, nos conduz a pensar que caminhamos para a falência do sistema. A minha condição de simples cidadão que exerce cidadania por acreditar nas instituições está fragilizada, pois parece que não há mais proteção a dignidade da pessoa humana, independente de ser ou não índio.

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