sábado, 15 de janeiro de 2011

A tragédia das chuvas e o imperativo da prosperidade

14 de Janeiro de 2011 - por Bruno Garschagen
De tão repetida, uma explicação limitada para a tragédia provocada pelas chuvas na região serrana do Rio de Janeiro está assumindo a aparência de verdade: as mudanças climáticas somadas à falta de controle e planejamento no crescimento das cidades. Obviamente, não há como negar as alterações climáticas (o que não significa aceitar a falácia ideológica da causa do aquecimento global), e a existência nos municípios brasileiros de um sem número de construções em locais suscetíveis a graves danos caso haja uma alteração na quantidade de chuvas, por exemplo. Mas será que o planejamento, se existisse, seria realmente eficaz? E o que significa esse controle? Clique no link: http://www.ordemlivre.org/textos/1201

Opinião do Blog:
Mais ou menos assim, a desgraça de muitos é a felicidade de poucos, ou seja, por conta das desgraças, os problemas serão “ad eternum”. Mas quem são os poucos? Os poucos são aqueles que sempre estarão a frente da prestação dos serviços públicos, isto é, sempre haverá empresas participando das licitações para consertar os estragos provocados pelas enchentes. O problema não se resolve e fica a impressão de que não deve ser resolvido. A solução significaria prejuízos aos poucos? Dias atrás, eu li num blog que os chefes de famílias que tiveram as casas levadas pelas enchentes deveriam impetrar ações contra aqueles que tinham o dever em oferecer-lhes moradias dignas. Ato contínuo, reivindicar, num primeiro momento, a indenização pelos danos sofridos. Eu concordo plenamente, pois com essa iniciativa, talvez fosse provocado o esforço na busca de soluções.


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