quinta-feira, 25 de novembro de 2010

MPF quer impedir condomínio de alto luxo às margens do Lago de Furnas em APP com remanescente de Mata Atlântica

“Empreendimento viola regras que proíbem construção em área de preservação permanente e em local com remanescente de Mata Atlântica
O Ministério Público Federal em Minas Gerais (MPF/MG) ajuizou ação civil pública para que a Justiça impeça a comercialização das unidades do condomínio Marinas Portobello, previsto para ser instalado às margens do Rio Grande, cujas águas formam o reservatório da Hidrelétrica de Furnas.
São réus na ação o Estado de Minas Gerais e a empresa Medina Construções e Empreendimentos Ltda, sediada em Belo Horizonte”.
http://www.ecodebate.com.br/2010/11/25/mpf-quer-impedir-condominio-de-alto-luxo-as-margens-do-lago-de-furnas-em-app-com-remanescente-de-mata-atlantica/
Opinião do Blog:
Nesse nosso mundo ouvimos alertas de especialistas sobre doenças incuráveis. Há casos em que a prevenção tem efeito relevante, ou seja, é possível evitar condição de saúde indesejável. Entretanto, as pessoas precisam adquirir consciência, vez que apenas o conhecimento não resolve. O Rio Grande vai adoecer, sofrer e morrer, eu até diria que pela sua força conseguirá algum tempo de sobrevida, mas não será muito. A doença se denomina "Inescrúpulo Egoísta de Consumo". O único remédio que poderia "in tese" fazer o controle se chama “LEI”. O tratamento se faz com aplicação de pequenas doses, mas deve ter a supervisão de especialista. Esse remédio deriva de uma matéria-prima conhecida popularmente por “CARTA MAGNA”. Importante ressaltar, se paralelamente houver a ingestão de outro remédio conhecido por “política”, esse potencializa os efeitos e o paciente vai a óbito. O curioso é que o paciente antes do passamento vai chorar copiosamente e não vai ser de dor, mas vai ser sim de vergonha daqueles que não conseguiram salvá-lo e de tristeza daqueles que o fizeram adoecer. Concluindo, vocês já ouviram falar de ingratidão? Sim! Pois é isso que também ocorre, vez que ao longo de séculos ou milênios o Rio Grande doou vida para que a vida de outros pudesse se manter. Agora, ele tem o “feedback”.




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