quinta-feira, 22 de julho de 2010

Eu Preservaria e Você?

 

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Sinceramente, não consigo acreditar que alguém seja capaz de não sentir amor ao caminhar pelas margens desse regato. Infelizmente, muitos não pensam como eu ou como você, vez que outros interesses se sobrepõem. As vezes fico a imaginar, se fosse para eu comprar uma proriedade rural e tivesse que escolher entre uma que tivesse um regato e outra que não tivesse, eu escolheria a primeira. Entretanto, muitos preferem aquela que não tem regatos, pois, assim, não precisam se preocupar com a preservação de matas ciliares. No Brasil, a legislação foi bem elaborada no sentido de preservar os recursos naturais, no entanto, não consegue produzir os efeitos desejados, isto é, a lei vem sendo aplicada sem conseguir intimidar aqueles que a infringem. Vejam a relevância do que segue:

O código florestal brasileiro (LEI Nº. 4.771, DE 15 DE SETEMBRO DE 1965) no que dispõe sobre as áreas de preservação permanente:

· Art. 1º...

· II - área de preservação permanente: área protegida nos termos dos arts. 2º e 3º desta Lei, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas;

· (grifo nosso)

· Art. 2º. Consideram-se de preservação permanente, pelo só efeito desta Lei, as florestas e demais formas de vegetação natural situadas:

· a) ao longo dos rios ou de qualquer curso d'água desde o seu nível mais alto em faixa marginal cuja largura mínima seja:

· 1) de 30 (trinta) metros para os cursos d'água de menos de 10 (dez) metros de largura;

Por que, alguns insistem na exploração do espaço que

protege os nossos regatos?

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