domingo, 21 de agosto de 2016

Brasil ou Bolsa de Valores?





Eu não nasci na Bolsa de Valores, eu nasci no Brasil e apreciaria que meu país fosse administrado como um continente rico em recursos naturais, onde a maior parte do solo fértil produz, o que plantar. A Bolsa de Valores, quando de vento em popa, não traz benefício aos trabalhadores pobres. Ora, quando tudo vai bem, os empreendedores faturam alto com as exportações/importações e geram "DIVISAS" para o Brasil. Eu indagaria, qual benefício alcança trabalhadores? De pronto me responderiam: emprego e renda. Bem nesse caso, eu posso concordar que gera empego e renda, no entanto, observem que a renda sempre é mínima mesmo em épocas de vaca gordas. A meu ver, quando as Bolsas de Valores estão em alta beneficiam apenas aqueles que detêm o "capital" deixando à margem aqueles que ao longo da história ou de sol a sol contribuíram para o enriquecimento dos poucos capitalistas do Brasil e estrangeiros. Destarte, tempos atrás, crise americana teria alcançado o Brasil, não fosse o incentivo do governo na aquisição de automóveis, ou seja, houve facilitação nos financiamentos (5 anos). No início, os trabalhadores ficaram motivados e resolveram a questão, pois, a aquisição de veículos garantiu a manutenção da indústria e do emprego (mão de obra barata). Ocorre que a iniciativa política apenas maquiava a realidade. Sim, basta observar que o remédio tinha efeito passageiro e logo as dores da crise voltaram. E os trabalhadores? Ah, muitos desses perderam emprego e ficaram sem recursos para saldar o financiamento. Se alguém quiser conferir, basta fazer uma visita nos leilões de carros, onde os pátios estão superlotados. Por fim, o Brasil se divide em vários Brasis, tem um para cada classe social, quais sejam: "A,B,C,D e E". Em tempo: fico a torcer para que os governos empreendam para todas as classes e não apenas para aqueles da classe A.
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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

DO MAR DAS DESIGUALDADES SURGEM CAMPEÕES OLÍMPICOS.

Mais ou menos assim no meu imaginário social: "no mar das desigualdades muitos são os náufragos e esses buscam apoio nalgumas tábuas dispersas; avistam navios, iates e lanchas, mas, ninguém avista os seus acenos; vez ou outra, alguma Rafaela consegue nadar até a praia e quando consegue se vê aplaudida por aqueles que acabaram de desembarcar dos navios, iates e lanchas".
Sugestão: "por que partidos e políticos não utilizam parte das verbas auxiliares (ajuda de custo) e recolham (adotem) aqueles que continuam subsistindo sobre as tábuas, essas produzidas pelo estelionato eleitoral que, assim como as olimpíadas ocorre a cada quatro anos". Ler mais...



sexta-feira, 12 de agosto de 2016

O Brasil está de luto.


O Major Olímpio comentou: “o policial "errou" ao entrar em comunidade dominada pelo tráfico ou os governantes erraram ao "permitirem esse domínio"? Deveriam ter ‪#‎vergonha‬ de usar um discurso desses, como se já não bastasse o sofrimento da família!

HÉLIO VIEIRA - AGENTE DA FORÇA NACIONAL
Comentário JGH.
Policiais não erram percurso, pois devem entrar em qualquer rua, bairro ou vila. Eu fico a pensar:
como conhecer a cidade maravilhosa do Rio de Janeiro consciente de que um erro de endereço pode levar alguém à morte. Ora, sem demérito para a classe policial, mas, com críticas contundentes ao Prefeito, Secretário de Segurança Pública, Governador e aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Pergunta: o Estado do Rio de Janeiro está falido, mal das pernas e sem condições de um franco restabelecimento? Obs.: se estivéssemos em guerra, as mortes de inocentes não deveriam acontecer, porém, seriam consequências. O inacreditável é que estamos num período de festas, por exemplo, as olimpíadas. DEUS tende piedade do povo brasileiro e interceda junto a classe política, no sentido de que mudem comportamento. Por fim,
as pessoas de bem do Brasil e aquelas de fora que nos visitam não merece esse caos. leiam mais